tarde de domingo...
unica, solitária
escorre gotas de lágrimas em meu coração
estou só, hoje,
por opção
tarde triste de domingo
choro sufocado e baixinho
pedras pontiagudas
ferem meu coraçãoe
tento compreender
minha triste solidão
tarde ensolarada
tarde vazia
a culpa não é sua
é totalmente minhaafinal!
você não sabe extamaente o que é amor
e eu preciso urgente
de uma amor que me desatine
para encontrar o verdadeiro sentido
de continuar sorrindo
neste deserto de amor
que minha vida ao seu lado se tornou
e ensolarar minhas tardes
e andar no parque de mão dadas
sentir a brisa do vento
nas tardes ensolaradas
de domingo (01/11/2009)

Pedaços de mim O blog é um apanhado de lembranças, são pedaços de mim com poesias, crônicas e fotografias um mundo da minha imaginação que vai sendo pincelado em acontecimentos que marcam momentos, alegrias, angústias, decepções. Viaje comigo nesse mundo de poesias e eternas lembranças e pincele cada imagem ou cada poesia com seu comentário, vou ficar muito feliz. email: pinceldosacontecimentos@gmail.com Obrigada pela sua presença
domingo, 8 de novembro de 2009
Mulher Madura
Se destaca
pelos atos de perfeição
adquiridos com a experiência
que os tropeços da vida
ensinou.
Tem jeito especial
até ao admirar o entardecer.
Carrega dentro de si
o silêncio dos poetas
que extravasa sua dor
rabiscando o papel.
Se olha todos os dias
em frente ao espelho
e sabe dizer
como envelheceu
cada ruga na face
cada curva de seu corpo
sem lipoaspiração ou silicone
e se sente em paz com seus defeitos.
Já viveu muitos amores
tem o olhar firme, com a sensualidade
que envolve os acontecimentos
e sabe que tudo que já viveu
tem histórias a contar
dos amores
dos sonhos, esperanças
desilusões, alegrias
tristezas, decepções...
Mas é um ser iluminada
pois conhece a dimensão
dos seus sentimentos
e para cada um deles
foi única na sua essência
e simplesmente
verdadeira.
Dedico esta poesia a todas as mulheres que se sentem seguras de sí mesma, em seus sentimentos, profissionalmente, em sua vida de uma forma geral. E se vc passou por aqui e se identifica com esta poesia, deixe seu comentário, vou ficar feliz de dividir meus sentimentos.
Maturidade

Quando escrevo
Encontro no passado
A minha liberdadede buscar inspiração.
As lágrimas
É meu oceano de emoções
Sou inteira – poesia
Encontro com meu eu
Que não adormece
E escrevendo
Tenho a alma em minhas mãos
E os traços fluem
Vivo o vazio do que não foi vivido
A ilusão do que não realizei...
E com a maturidade
Dos anos vividos
Percebo que novos acontecimentos virão
Com mais confiança e certeza
Na temporalidade do meu cotidiano.
Encarcerados pela vida

Já não te quero mais
As lembranças que guardo no peito
São de dor e resignação
Os versos acolhidos
No arquivo da memória
Vão aos poucos limitando o sonho
Na realidade dos dias
Que passamos juntos
Demovi-me do teu caminho
A decepção preencheu
O lugar do amor
Deixando um vazio na alma
E acaba sendo inútil
Vivermos como vivemos
Fragmentos de momentos
Encarcerados pela vida
Onde não mais identificamos
Nossas necessidades
Porque não nos entrelaçamos mais
Nossos sonhos de amor
Nos descuidamos
Tudo se foi tudo passou...
E agora?
Agora – não resta mais nada
Simplesmente – acabou!
terça-feira, 7 de julho de 2009
Desprezo e ingratidão
Vivemos num silêncio que sufoca
Que machuca, que dói,
Que busca o completo
No inacbado...e sente o arrepio,
Nas noites frias de inverno.
Nosso tempo se torna perdido
No vazio que somos nós
Das muralhas que contruímos...
não podemos deixar que
Os valores morram dentro de nós
Pelo desprezo e ingratidão...
De tudo que fomos
Do nada que ainda resta
Da nossa união
Que machuca, que dói,
Que busca o completo
No inacbado...e sente o arrepio,
Nas noites frias de inverno.
Nosso tempo se torna perdido
No vazio que somos nós
Das muralhas que contruímos...
não podemos deixar que
Os valores morram dentro de nós
Pelo desprezo e ingratidão...
De tudo que fomos
Do nada que ainda resta
Da nossa união
Juras de amor eterno
São muitas as tempestades que tentam apagar
O fogo que incendeia nossa paixão
E vamos vivendo nosso dias...
Momentos dourados como o sol de verãoAmor de promessas de eternos juramentos
E vou procurando deixar
Que as feridas inconseqüentes
Sejam cicatrizadas com
Os novos acontecimentos
Da nossa existência.
Sei que os fatos marcaram ao fundo
Abalando minha alma
Mas sei também que
Cada uma destas cicatrizes, suspeitas
Talvez infundadas...verdades?Mentiras?
Coloca-nos em provações
E acabo tendo certeza
Que o amor necessita
Todos os dias de aprendizado
A viver com as cicatrizes
E se libertar do silêncio
Que sufoca, que machuca
E quebrar as muralhas
Do que ainda pode serO que resta de Nós dois.
O fogo que incendeia nossa paixão
E vamos vivendo nosso dias...
Momentos dourados como o sol de verãoAmor de promessas de eternos juramentos
E vou procurando deixar
Que as feridas inconseqüentes
Sejam cicatrizadas com
Os novos acontecimentos
Da nossa existência.
Sei que os fatos marcaram ao fundo
Abalando minha alma
Mas sei também que
Cada uma destas cicatrizes, suspeitas
Talvez infundadas...verdades?Mentiras?
Coloca-nos em provações
E acabo tendo certeza
Que o amor necessita
Todos os dias de aprendizado
A viver com as cicatrizes
E se libertar do silêncio
Que sufoca, que machuca
E quebrar as muralhas
Do que ainda pode serO que resta de Nós dois.
Ipês do cerrado

Umidade pouca no ar campestre
Árvores secas, ipês se despem
Esta é a paisagem do nosso cerrado
Cercado de águas emendadas
De nascentes, cachoeiras,
Encadeados pelo mais belo pôr-do-sol e luar
Que em outro lugar não há.
E temos ainda muitas sucupiras
Pequizeiros e Jatobás
Que com força e resistência da natureza
Estão sempre a desabrochar
Na primavera os ipês florescem em meio ao campo não plantado
E traz uma magia e fascínio
Uma dádiva da natureza
Ao nosso encantado cerrado.
Flores de vida pequena no meio da seca, de tanta aridez
Em outubro cai a chuva novamente
Nos planaltos e planícies
Reavivam o verde-louro do capim dourado
E amanhecemos com o canto da Juriti, do sabiá e bem-ti-vi
E é assim também nossas vidas
Amores que explodem
Mas que são curtos...
E se vão deixando lembranças
Momentos inesquecíveis
Paixões que foram flores, amarelas, roxas, lilás
No cerrado dos nossos corações
No imenso vazio da saudade. (Tirei esta foto em frente ao Senac - Taguatinga)
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